quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Capítulo I


Visão de Agnela.

          Ricardo estaciona o carro em frente os portões do campus da Universidade de Season:
-Filha, tem certeza que não quer a minha ajuda?
-Não pai, está tudo bem. – Diz Agnela querendo tranqüiliza-lo. – E também o prédio das líderes é logo ali. – Ela aponta para um edifício baixo com as cores vermelha e amarela.
Ela sai do carro e começa a pegar suas malas. Seu pai abre a mala do carro e tira as com rodas. Ag vai à direção dele e o dá um abraço:
-Eu vou sentir tanto a falta de vocês!
-Nós também, filha.
-Obrigado por ter me trazido. – Agnela pega as malas.
-Isso é a minha obrigação!
-Até logo pai.
Ag anda com as malas pelo campus observando-o até chegar no prédio colorido. Agnela subiu as escadas e parou na sacada para observar todo o campus. Ela ficou ali alguns minutos até que um garoto a viu e foi ajuda-la:
-Você está perdida?
-Não. Eu só estava observando a paisagem é tão...
-Linda? É sim. E o meu nome é Tiago. – Diz ele estendendo a mão.
-O meu é Agnela. – Ela aperta a mão dele.
-Você quer ajuda com as malas?
-Não, obrigada eu consigo... – Ele já tinha pego a maioria delas só deixando uma mala ela levar.
-Qual o número do seu quarto? – Ele pergunta entrando no edifico.
-38.
-Então vamos é lá em cima.
Quando ela entrou no edifício seu queixo caiu, era tudo muito perfeito. Os sofás eram todos vermelhos e com almofadas amarelas, e praticamente todas a decoração tinha essas cores.
-Agnela vamos? – Perguntou Tiago que está dentro de um elevador.
-Claro!
Ag adorou esse elevador, pois sua porta era vertical e não horizontal como a maioria. Quando a porta se abriu novamente eles estavam no terceiro andar que, era um corredor comprido cheio de quartos.
-Bom esse é o seu quarto.- Tiago diz deixando as malas dela em frente a porta.
-Muito obrigado!
-Então agente se vê no jantar?- Ele pergunta esperançoso.
-É claro eu acho.
Quando ela disse isso ele deu um adeus com a mão e foi embora. Ag bateu três vezes na porta e entrou. Dentro quarto não tinha ninguém mas, as duas camas estavam feitas com os jogos das Firetigers. Ela fechou a porta atrás dela, olhou para as camas novamente e percebeu que nas cabecearas tinha umas placas com o nome dela e a outra com o nome de Tina, provavelmente sua colega de quarto.
Agnela se jogou em sua cama, que tinha colchão de mola. E observou que no teto acima da cama de Tina tinha umas fotos de uma garota torcendo. Nesse momento batem na porta e uma menina baixa parecida com a das fotos surge atrás da porta:
-Oi Agnela!
-Oi!
-Bem, vamos desarrumar essas malas!- Diz ela sorrindo.
-Claro! Por que não?
Elas botam as malas da Agnela em cima das camas e começam a pendurar as roupas no closet.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Prólogo

Visão de Agnela



         Agnela acaba de passar para a faculdade com uma bolsa de líder de torcida, o que não foi uma surpresa, pois em seu antigo colégio ela era a líder delas e sempre se dedicou a isso.
Ela tem 18 anos e acha que está preparada para essa nova fase. O lugar da casa que ela mais gosta é seu quarto, onde ele está agora, fazendo suas malas e pensando como será sua nova vida.
-É, eu acho que vou ter que me acostumar com o quarto de lá. – Diz Agnela olhando ao seu redor e memorizando cada detalhe do quarto.
Pegando a última mala que restava, ela desceu as escadas e saiu da casa. Agnela viu seu pai botando as outras na mala do carro, sua mãe chorando e sua irmãzinha a consolando.
-Mãe, não chore! – Implorou Ag mais uma vez. – Isso não é um “adeus” é só “um até logo”.
-Mas, não vai ser da mesma maneira sem você aqui! – Diz Rita entre soluços.
-Você promete que vem nos visitar, mana?
-É claro! Como eu vou poder viver sem esse sorriso lindo?
-Ag está na hora de ir. – Seu pai grita.
Ela deixa sua mala cair no chão, dá um abraço apertado em sua mãe, pega sua irmã no colo e sussurra em seu ouvido:
-Cuide bem da mamãe, OK? Isso vai ser muito difícil pra ela.
-Entendido capitã! – Rachel bate continência.
Agnela se despede delas, caminha até o banco de trás do carro e bota sua mala lá. Ela se vira e olha para a fachada da casa e dá um adeus com a mão. Seu pai sempre cavalheiro, abre a porta do carona pra ela e depois assume sua posição atrás do volante.